<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Dados Abertos para a Democracia na Era Digital</description><title>Consegi 2011</title><generator>Tumblr (3.0; @consegi)</generator><link>http://blog.consegi.gov.br/</link><item><title>Minuto Consegi - Balanço do evento</title><description>&lt;p&gt;O &lt;em&gt;Consegi&lt;/em&gt; terminou na última sexta-feira, 13, consagrando-se  de vez como um dos grandes eventos  de software livre e governo eletrônico na agenda internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Ao todo, foram 5.513 inscritos e cerca de 3 mil participantes presenciais. Entre eles, 811 caravaneiros vindos de seis estados brasileiros. Entre as atividades, cerca de duas mil vagas em 70 minicursos ministrados por especialistas de destaque nacional e internacional, 100 palestras e sete eventos paralelos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Veja a opinião do diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni, a respeito do IV Consegi:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/EQSIwUE6Glk" width="425" frameborder="0" height="349"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assista também a opinião da coordenadora geral do evento, Ana Amorim, a respeito das atividades desenvolvidas este ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/-wfRMg5_Qio" width="425" frameborder="0" height="349"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;O Consegi 2011&amp;#160;em números&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;5.513 mil inscritos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;811 caravaneiros de 6 estados brasileiros&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Representantes de 14 países: Bolívia, Espanha, Canadá, Itália, São Tomé e Príncipe, Cuba,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Paraguai, Inglaterra, EUA, Alemanha, Equador, Chile, Japão, Argentina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;100 palestras&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;70 oficinas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;7 eventos paralelos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;
&lt;param name="url" value="http://www.tv.serpro.gov.br/Posse_Novos_Diretores.ogv"&gt;&lt;param name="seekable" value="true"&gt;&lt;param name="autoplay" value="false"&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5576631743</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5576631743</guid><pubDate>Tue, 17 May 2011 11:45:00 -0300</pubDate><category>minuto</category><category>CONSEGI</category></item><item><title>Os benefícios dos dados abertos no dia-a-dia</title><description>&lt;p&gt;Ir a um restaurante e consultar via internet móvel se o estabelecimento atende as condições necessárias de higiene ou se a comida servida é de boa qualidade via foursquare. Denunciar através de um site quando alguém ocupa irregularmente a vaga destinada a deficientes num estacionamento ou ter acesso ao orçamento de sua cidade, podendo debater sobre seu uso num grupo do google. Os exemplos acima não são apenas boas ideias para o futuro, e sim alguns exemplos práticos de uso de dados abertos no dia a dia.  &lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;As inciativas acontecem na cidade de Vancouver no Canadá, e  foram apresentadas na palestra Open Data, realizada no último dia do Consegi, sexta-feira, pelo conselheiro da prefeitura e ativista da política de Dados Abertos David Eaves. Além de Vancouver, David é conselheiro de diversos governos nesta área, ajudando na elaboração de estratégias e planos de implementação. Além de trabalhar com políticos e funcionários do governo, David mobiliza programadores e cidadãos a nível local e nacional a utilizar e defender um governo mais aberto e transparente.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O estágio avançado que se encontra o diálogo entre governo e sociedade, via dados abertos, em Vancouver foi explicado por Eaves: “É preciso primeiro chegar no estágio em que não se pode pensar dados governamentais, sem que sejam abertos, e que a abertura de dados tenha um papel estratégico na política do governo. Por isso é muito importante que tenhamos profissionais de TI entre os tomadores de decisão na gestão de políticas públicas.”&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;David explicou os fatores de sucesso para a reutilização de dados do governo: “Devemos aplicar em coisas práticas, que interferem na nossa rotina e da nossa comunidade. Além disso, é mais fácil difundir um aplicativo se for utilizado em ambientes já conhecidos. Por exemplo, ao coletar dados sobre restaurantes para verificar sua qualidade pode-se disponibilizar este aplicativo para ser usado no foursquare. A pessoa localiza o restaurante e ainda tem a cotação sobre o mesmo”, exemplifica.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5576474643</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5576474643</guid><pubDate>Tue, 17 May 2011 11:35:47 -0300</pubDate><category>CONSEGI</category><category>dados abertos</category></item><item><title>Compromisso, qualidade e comunidade - tripé para o sucesso do open data</title><description>&lt;p&gt;Nos  últimos 3 anos, noventa e sete iniciativas mundiais de &lt;em&gt;open data&lt;/em&gt; levam  informações interoperáveis para a sociedade. A maioria está centrada na  Europa e Estados Unidos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&amp;#8220;Na Espanha, temos 14 iniciativas com o  compromisso de centrar os dados que possam agregar valor ao cidadão. Porém, disponibilizar os dados não basta. É necessário &amp;#8216;educar&amp;#8217; o cidadão  de como obter a informação e aprimorá-la com outra, para obter o que  deseja. Essa forma transparente e compromissada de ofertar os dados é a  maneira mais eficiente de atingir o efeito multiplicador que é o  objetiov maior do open data&amp;#8221;, explica Carlos de la Fuente, diretor da  área de serviços tecnológicos do CTIC Centro Tecnológico, nas Astúrias.&lt;!-- more --&gt;Carlos  relata que com o open data os governos têm grandes oportunidades para  materializar o diálogo com a sociedade. &amp;#8220;O open data é uma política de  oferta e as leis de transparência são políticas de demanda. O governo  deve escutar, oferecer ajuda e cumprir o compromisso de abrir os dados  tão rápido quanto possível&amp;#8221;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Investir e desenvolver aplicações de  dados de forma mais simples também é na visão do espanhol a maneira  mais eficiente e eficaz de publicar informações para que todos os  cidadãos possam entender e usufruí-las de maneira produtiva.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O  diretor aponta os três pilares do open data que devem ser seguidos para  se levar adiante os projetos nessa temática: compromisso, qualidade e  comunidade.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5451367857</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5451367857</guid><pubDate>Fri, 13 May 2011 12:25:48 -0300</pubDate><category>CONSEGI</category><category>dados abertos</category></item><item><title>O passo-a-passo da publicação de dados vinculados</title><description>&lt;p&gt;Ensinar uma metodologia para se publicar dados vinculados foi o objetivo principal da palestra dada por Bóris Villazón, pesquisador do Departamento de Engenharia Ontológica da Universidade Politécnica de Madrid, no Consegi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll51wj5oXa1qcg261o1_500.jpg" height="332" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Bóris Villazón veio da Espanha, país focal do Consegi neste ano&lt;/em&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Espanha foi escolhida para país focal justamente por seu pioneirismo e avanço na área de dados abertos.  Apesar de algumas dicas e linhas gerais estarem disponíveis na internet para orientar os interessados, ainda estão longe de dar todos os passos que são necessários (desde a seleção das fontes dos dados até a publicação dos mesmos) e também não se aprofundam o suficiente nos passos que apresentam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A metodologia apresentada por Villazón divide a publicação de dados vinculados em identificação das fontes de dados, criação de um vocabulário para eles (ontologia), geração de dados RDF, publicação de dados RDF, vincular os dados RDF e otimizar a disponibilização deste conteúdo, por exemplo, em mecanismos de busca para facilitar o acesso aos mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Bóris, este campo de estudo vem avançando e já estão sendo criadas formas de publicação para os mais variados tipos de dados como estatísticos, climáticos, energéticos, de trânsito, entre outros. O desafio do futuro é fazer com que o maior número de pessoas tenham alcance a estes dados e que para isso é necessário investimento: “Precisamos no momento de clientes muito ricos para que todos tenham acesso no futuro.”, explicou.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5450598475</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5450598475</guid><pubDate>Fri, 13 May 2011 11:41:00 -0300</pubDate></item><item><title>Por que jogar nos faz felizes?</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="western"&gt;Essa é uma das questões que pode ser objeto de pesquisa da Websciense, tema que foi abordado na palestra de Geraldo Xexéo, ontem no Consegi.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Uma pesquisadora concluiu que, em linhas gerais, jogos como farmville nos fazem felizes porque são atividades com aparência de produtividade que têm objetos visíveis, combinação capaz de nos deixar satisfeitos. A pesquisa situa-se no novíssimo campo da webscience, área que se distingue da engenharia de computação por abordar o objeto web não só no aspecto técnico mas também sociológico: além de aspectos de construção dessa tecnologia, analisa-se como ela interage com a sociedade.“A ideia da webscience é fazer uma cosmologia da web: qual sua origem, evolução e estrutura”&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;E por que a web poderia ser alçada a um campo autônomo de pesquisa? Geraldo Xexéo responde que a web operou mudanças profundas no mundo e permite diversos pontos de vista: “eu vejo a web como um objeto da computação, porque tenho um olhar impregnado pela área na qual  fui formado. Diferente da perspectiva com que um sociólogo, antropólogo ou economista analisaria esse objeto, a web, que vai ficando mais interessante quando posso ter visão agregada de todas essas facetas”, exemplificou .&lt;/p&gt;
&lt;!-- more --&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;Comportamentos emergentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;“Dentro de perspectiva científica, pode-se agrupar a webscience em três grupos de estudo: as ciências da computação, da matemática, dos mecanismos abstratos; o grupo da ciência social, das pessoas, dos relacionamentos; e o grupo das ciências físicas. A web tem propriedades dos objetos físicos como a formação de redes de potência”, sustentou Xexéo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;A capacidade de suscitar comportamentos emergentes é outro ponto destacado pelo professor da UFRJ para qualificar a web como objeto de pesquisa. Ele destacou que a  partir de uma aplicação simples, um microblog que transmite frases de 140 caracteres, produziram-se efeitos macroscópicos. “ Um vizinho da casa de Bin Laden tuítou que havia um helicóptero nas vizinhanças. Especula-se que a repercussão dessa mensagem motivou a rapidez com a qual o governo americano noticiou a morte”, exemplificou.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5449280222</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5449280222</guid><pubDate>Fri, 13 May 2011 10:21:00 -0300</pubDate></item><item><title>Fundação chilena dá exemplo de como os civis podem aproveitar os dados abertos</title><description>&lt;p&gt;Combate à corrupção e acesso a detalhes úteis para a vida domeśtica. Esses são alguns dos benefícios das plataformas desenvolvidas pela Fundação Cidadão Inteligente para a população do Chile. “Criamos aplicativos onde as pessoas podem buscar dados abertos que vão desde perfis de parlamentares a utilidades como qual é a melhor escola ou qual é a rua com menos assalto em determinado bairro”, exemplificou o gerente da Fundação, Juan José Soto. “Isso é uma maneira de difundir as opiniões e eliminar as assimetrias que existem em relação ao acesso a informações no país”, completou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_ll51p4oLFP1qcg261o1_500.jpg" height="332" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Juan José Soto, gerente da Fundação Cidadão Inteligente&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;E para que uma plataforma de cruzamento e disseminação de dados funcione, Juan José reforçou um aspecto que é essencial. “Ter dados abertos é o primeiro passo. Se não tivermos isso, não podemos seguir o percurso”, destacou Juan, que falou mais sobre a relação entre governo e  civis. “O Estado tem obrigação de prestar conta de suas ações, os dados governamentais são do cidadão”, lembrou.&lt;/p&gt;
&lt;!-- more --&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;Lei de acesso à informação &lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Mais de noventa nações têm lei de acesso à informação pública, e uma delas é o Chile. Ainda para Juan, a aprovação dessa lei foi um avanço para seu país, que desde 2008, adotou a Lei de Transparência da Função Pública e de Acesso à Informação da Administração do Estado, que define obrigações, procedimentos e prazos para a divulgação de informações governamentais no país. “Essa legislação teve uma recepção muito boa. A população tem buscado os dados abertos com frequência”, contou ele.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;Juventude participativa&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;Questionado pela plateia sobre quem são as pessoas que acessam a internet em seu país, Juan constatou: “assim  como em outros países, as pessoas que têm acesso à internet são ainda a  elite. Mas esse grupo privilegiado pode sim ajudar a diminuir a  desigualdade social no Chile”, acrescentou. &amp;#8220;Muitos,  por exemplo, são jovens que usam as mídias sociais, os aplicativos desenvolvidos pela Fundação, propagam  informações, questionam e fiscalizam as atitudes do governo, das  empresas privadas e de outras entidades”, concluiu ele.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Para conhecer as plataformas &lt;span&gt;- todas com códigos abertos&lt;/span&gt; - criadas pela Fundação, basta acessar o &lt;a target="_blank" href="http://www.ciudadanointeligente.cl./"&gt;&lt;a href="http://www.ciudadanointeligente.cl" target="_blank"&gt;www.ciudadanointeligente.cl&lt;/a&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5449215766</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5449215766</guid><pubDate>Fri, 13 May 2011 10:16:00 -0300</pubDate></item><item><title>THackday no Consegi 2011</title><description>&lt;p class="western"&gt;Os primeiros resultados práticos do encontro hacker nacional que acontece no IV Congresso Internacional Governo Eletrônico e Software Livre (Consegi) já começam a tomar corpo. Reunidos em Brasília para o Consegi, a comunidade hacker está finalizando aplicativos que prometem contribuir para fiscalização cidadã de gastos e atos públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;img src="http://26.media.tumblr.com/tumblr_ll3pv8A3ma1qcg261o1_500.jpg" height="314" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;em&gt;THackday começou ontem no Consegi e segue até o final do evento, amanhã.

&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O primeiro projeto &lt;a href="http://www.otoridades.com.br" target="_blank"&gt;“Otoridades – você sabe com quem está falando?”&lt;/a&gt;, com previsão para entrar no ar dia 13, sexta-feira. No site, cidadãos poderão denunciar abusos de autoridade em todas as esferas de governo. Compilados, os dados serão objeto de orientação e discussão pública, com espaço para que os denunciados se retratem.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;“Pretendemos criar uma plataforma onde as pessoas possam conhecer os casos de abuso de autoridade e onde eles ocorrem. Com isso, queremos orientar a população sobre esse aspecto problemático de nossa cultura política para que possam saber a que meios legais podem recorrer”, explica Luciano Santa-Brigida, um dos responsáveis pelo projeto, que veio de Belém para o encontro hacker em Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Liberdade de produção &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;A metodologia do encontro é milimetricamente desorganizada, “caótica”, na definição de Pedro Markun, um dos fundadores do movimento “Transparência Hacker”. Em círculos, os hackers trabalham desenvolvendo aplicativos com dados e informações públicas que possam ajudar o cidadão na hora de se informar, fiscalizar ou participar do processo político.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Os grupos hacker se dividem na produção de diferentes projetos, mas cada programador trabalha do seu jeito e na hora em que deseja. “Esse pessoal é fantástico, trabalham bastante e tem muita energia e tudo isso para produzir melhorias para sociedade. É muito bom estar aqui”, disse o ciberativista inglês Rufus Pollok, um dos fundadores da Open Knowledge Foundation que veio para o Consegi 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O projeto “O Jogo da Vida do Processo Legislativo” conta, além de programadores, com dois advogados. A missão é traçar as diferenças entre o processo legislativo real e o ideal, criando, com auxílio de ferramentais digitais, padrões que permitam ao cidadão entender com clareza como funciona a tramitação das matérias no Congresso. “Fazendo essa sistematização esperamos deixar claro porque há projetos que são aprovados tão rapidamente enquanto outros demoram anos. A ideia é mostrar saídas eficientes para resolver problemas em torno desses projetos”, explica o advogado Tiago Cardieri.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;Trabalho colaborativo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Em menos de três dias de encontro, os hackers se dividiram em mais de 10 projetos. Se em alguns o objetivo é constranger as autoridades, em outros a intenção é colaborar. No encontro, um grupo de hackers ajuda o Ministério da Justiça a compilar e organizar imagens de mais de 500 mil de projetos legislativos brasileiros, alguns redigidos há mais de 70 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;“São dados públicos, abertos a qualquer cidadão, que estavam desorganizados no Ministério da Justiça e que foram disponibilizados para serem trabalhados pela comunidade”, explica Ricardo Poppi, que trabalha na Presidência da República. Para Fabrício Zuardi, um dos desenvolvedores responsáveis pelo projeto trata-se de uma excelente oportunidade para ajudar o país fazendo o que gosta. “Não é todo dia que temos acesso a algo tão grande e importante para história do país. Esperamos produzir resultados interessantes”, conta.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5430173056</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5430173056</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 18:30:00 -0300</pubDate><category>CONSEGI</category><category>thackday</category></item><item><title>Marcelo Branco concedeu entrevista à Tv Serpro</title><description>&lt;p&gt;Marcelo Branco é ativista pela liberdade da Internet. Ele é um dos destaques do Consegi 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele esteve no estúdio da Tv Serpro, montado no evento, para conceder a entrevista abaixo. Veja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/IIgT6gKeUfo" frameborder="0" height="349" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique &lt;a href="http://www.tv.serpro.gov.br/Consegi_2011_Marcelo_Branco.ogv/view" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver este vídeo na Tv Serpro.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5429805220</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5429805220</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 18:17:34 -0300</pubDate></item><item><title>Desconferência de Multimídia e Design Livre acontecerá amanhã no Consegi</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="western"&gt;O espaço de desconferência está acontecendo desde ontem no Consegi. Muitas atividades já foram realizadas na sala, cujo objetivo é dar voz a todos os que tiverem assuntos relevantes a discutir. Quem tem um assunto interessante, relacionado ao universo de temas do evento, basta ir à sala e reservar um horário na grade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Quem já reservou horário, foi o pessoal de Multimídia e Design Livre, que debaterá os temas durante 3 horas, na tarde de amanhã, começando às 14h.&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Profissionais de design, multimídia, hackers e desenvolvedores de software livre se reunirão com o objetivo de trocar experiências, compartilhar dicas e truques sobre processos de produção audiovisual, padrões abertos, renderização de vídeos, codecs, fechamento de aquivos para impressão, softwares, hardwares, interfaces, fontes&amp;#8230;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O encontro terá formato de palestras-relâmpagos, seguidas por uma sessão de perguntas e respostas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns dos participantes serão:&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Angel Luis Rodrigues (DF) - Cinelerra/ffmpeg/mencoder&lt;br/&gt;Alexandre Rangel (DF) - Quase Cinema&lt;br/&gt;Aurélio Heckert (BA) - Inkscape/Python&lt;br/&gt;Farid Abdelnour (DF) - Kdenlive/Blender&lt;br/&gt;Felipe Sanches (SP) - Inkscape/Open Fonts&lt;br/&gt;Nara Oliveira (DF) - Mypaint/Scribus&lt;br/&gt;Yasodara Cordova (DF) - Inkscape&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Participe!&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O encontro acontece na sala H2.&lt;span id="body_3587_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5428368460</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5428368460</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 17:24:00 -0300</pubDate></item><item><title>“O que importa não é a foto, é o filme”&#13;
Muito já se falou...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll3h11iMJI1qcg261o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Wagner Meira, professor da UFMG&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll3h11iMJI1qcg261o2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll3h11iMJI1qcg261o3_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll3h11iMJI1qcg261o4_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll3h11iMJI1qcg261o5_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“O que importa não é a foto, é o filme”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Muito já se falou sobre a necessidade de transformar grandes volumes de dados da web em informações acessíveis e relevantes para as pessoas. Mas que tal fazer isso em tempo real?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;“Cada vez mais a sociedade percebe as potencialidades de uso da internet. O desafio  agora é passar da era da máquina fotográfica para a era do filme”,   destacou o professor da UFMG Wagner Meira, para a plateia que lotou a palestra sobre o Observatório da Web, um projeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para a Web – InWeb, realizada na manhã de hoje no Consegi.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;“Olhar a internet como um filme e não como uma foto significa entender que infinitos dados circulam pela web a todo momento, de maneira dinâmica e mutável. E para conseguir captar essa realidade, é necessário entender, capturar, analisar e apresentar as múltiplas informações em tempo real para a sociedade”, esclareceu o professor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;&lt;strong&gt;Livres e abertos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;Durante a palestra, o professor aproveitou para mostrar as experiências que o Observatório já desenvolveu e fez uma pergunta retórica: “onde entram software livre e dados abertos no meio de tudo isso?”.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;Ele respondeu: “tudo aqui foi construído com ferramentas em software livre. E utilizamos dados coletados de redes sociais, das mídias de comunicação e de outros ambientes abertos da internet”, explicou. “É a existência de dados abertos que permitem que a proposta do Observatório funcione”, enfatizou o professor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;O acadêmico fez ainda questão de ressaltar que as possibilidades de uso de mineração de dados em tempo real, tanto pelo público como por estudiosos, são enormes. “Essa é a proposta do Observatório da Web, mas o trabalho é tão gigante que um grupo  não vai conseguir realizá-lo. sozinho. Estamos diante de uma grande oportunidade de atuação”, destacou o professor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;E o público aprovou a proposta: “é um novo jeito de perceber como as informações são transmitidas pela internet e como podemos usar isso. Tudo é muito rápido na web e conseguir analisar as informações com rapidez  é muito interessante”, comentou o caravaneiro Sandro Miccoli, do curso de Sistemas de Informação da UFMG. “E sem contar que o Observatório faz isso com gráficos, cores, um visual fácil de  entender”, acrescentou o estudante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p class="western"&gt;Acesse o &lt;a target="_blank" href="http://www.observatorio.inweb.org.br/"&gt;&lt;a href="http://www.observatorio.inweb.org.br" target="_blank"&gt;www.observatorio.inweb.org.br&lt;/a&gt;&lt;/a&gt; e conheça as três versões já construídas no projeto: o Observatório da Dengue, o Observatório das Eleições 2010 e o da Copa do Mundo de Futebol 2010.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5425392752</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5425392752</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 15:07:00 -0300</pubDate></item><item><title>Marco Civil da Internet tornou a interação da sociedade com o legislativo mais simples</title><description>&lt;p&gt;Assunto  muito comentado nos últimos tempos, o Marco Civil da Internet foi tema  de palestra realizado na manhã de hoje do Consegi 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_ll3gaq5UUz1qcg261o1_500.jpg" width="300"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Carlos  Affonso Pereira falou do Marco Civil aos participantes do Consegi&lt;/em&gt;&lt;!-- more --&gt;O Marco  Civil da Internet define direitos e responsabilidades aplicáveis aos  diversos usuários da internet (cidadãos, governo, organizações). Ao  abrir a consulta pública  sobre o assunto em 2009, o Brasil colocou-se  na vanguarda do uso da legislação via internet. &amp;#8220;A consulta pública  contribui para a discussão democrática. Prova disso, está nas duas mil  contribuições recebidas na do Marco Civil da Internet&amp;#8221;, destacou Carlos  Affonso Pereira, vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da  Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das  responsáveis pelo projeto, que foi uma iniciativa do Ministério da  Justiça. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As contribuições ajudaram a aprimorar o texto do  anteprojeto que será encaminhado à Câmara dos Deputados. Carlos defende  que é importante definir quais são os direitos fundamentais a serem  aplicados ao ambiente da rede, salentando que o direito penal deva ser o  último recurso a ser utilizado. Para ele, a lição aprendida com essa  consulta, é a de que a participação não depende de expertises mas de  cidadãos interessados em contribuir com suas opiniões para o  aprimoramento da legislação como um todo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A participação do  cidadão é defendida também pela professora da UnB, Yasodara Maria Damo  Cordova. Designer de interfaces com foco em integração de plataformas,  ela salienta que tornar inteligível textos de lei é fundamental para que  possa haver uma melhor interação e compreensão dos cidadãos com o  conteúdo jurídico. &amp;#8220;Transformar estes textos em algo interessante,  sugerindo novas formas de acesso, contribuindo para uma melhor  interatividade desses agentes. Trabalhar as plataformas e interfaces,  tornando-as mais inovadoras e transparentes ajudam melhor interação do  cidadão com a lei, compreendendo os trechos em que deseja contribuir.  Essa experiência com o uso mais amigável contribui para um acesso  democrático&amp;#8221;, concluiu.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5425132065</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5425132065</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 14:55:22 -0300</pubDate></item><item><title>Rufus Pollock no Consegi</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rufus Pollock &lt;/em&gt;é fundador da &lt;em&gt;Open Knowledge Foundation&lt;/em&gt;. Ele é um dos destaques do evento deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta entrevista à &lt;em&gt;Tv Serpro&lt;/em&gt;, ele relaciona &lt;em&gt;open data&lt;/em&gt; ao conhecimento aberto e fala dos 7 anos da Fundação de Dados Abertos, da qual foi co-fundador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/LQMYVU3P27A" frameborder="0" height="349" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique &lt;a href="http://www.tv.serpro.gov.br/Consegi_2011_Pollock.ogv/view" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver este vídeo na Tv Serpro&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5421187125</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5421187125</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 11:25:00 -0300</pubDate><category>consegi</category><category>dados abertos</category><category>rufus pollock</category></item><item><title>Fotos do 1º dia do IV Consegi  - 11 de maio de 2011 - Brasília</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Silver Oliver&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Rufus Pollock&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o3_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Miriam Valdéz&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o4_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Jomar Silva&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o5_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o6_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o7_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Daniel Schwabe&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o8_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Daniel Schwabe&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o9_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll33zbTzxu1qcg261o10_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; Debate "Plano Nacional de Banda Larga"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;p&gt;Fotos do 1º dia do IV Consegi  - 11 de maio de 2011 - Brasília&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5420283287</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5420283287</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 10:25:00 -0300</pubDate></item><item><title>“Vivemos a cultura do software”</title><description>&lt;p&gt;“Software não é uma ferramenta qualquer, como um martelo ou uma cadeira. Softwares moldam a maneira como pensamos e interagimos, mesmo quando não nos damos conta”, sustentou Marco Fioretti, ativista na área de padrões abertos. “Vivemos a massificação da informática há apenas vinte anos, o que é &amp;#8216;nada&amp;#8217; em termos de evolução biológica. Ainda não sabemos lidar com isso, ao contrário do que acontece com a agricultura, por exemplo, um sistema analisado há milhares de anos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll22o4fvpq1qcg261o1_500.jpg" height="372" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Marco Fioretti é escritor, ciberativista e professor especialista em padrões digitais abertos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;!-- more --&gt;Fioretti conduziu a  palestra “Digital Citizenship Education, a need of society”, hoje à tarde no Consegi. O italiano alinhavou os impactos que a sociedade da informação provoca, tanto positivos quanto negativos, para defender uma ampla inclusão digital - que vá além da utilização do computador para tarefas rotineiras, como escrever um texto ou jogar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;“O acesso ao computador pode ampliar horizontes, enriquecer não só em termos materiais, mas também culturalmente”, disse o ativista. Fioretti sustenta que, mesmo entre públicos mais habituados a computadores e ao uso da rede, existe uma subutilização. “Muitas pessoas engajadas que ainda não vislumbram todos os recursos que as tecnologias de informação oferecem para potencializar lutas por conquistas sociais”, analisou.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5403388740</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5403388740</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 20:10:00 -0300</pubDate></item><item><title>Silver Oliver no Consegi – A utilização de dados que informam, educam e divertem</title><description>&lt;p&gt;Organizar  informações de modo simples e inteligente para atrair e comunicar, eis a  grande necessidade dos portais de conteúdo e notícias. Por trás de uma  das mais brilhantes respostas para o desafio está Silver Oliver, o  arquiteto da informação do portal da BBC de Londres e responsável pelo  premiado site da BBC na Copa do Mundo de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll1vfccX7f1qcg261o1_500.jpg" height="333" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;em&gt;Silver Oliver é um dos destaques internacionais do Consegi 2011&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No  Consegi, Silver Oliver falou por cerca de uma hora sobre os casos de   sucessos da BBC na utilização de dados para contar histórias que  educam,  informa e divertem. “Manejar dados, ao invés de documentos, é o  que  facilita a organização das informações porque dados são  interoperáveis e  podem ser utilizados em várias plataformas. Foi o que  fizemos na BBC”,  explicou Oliver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na  palestra “Media meets the semantic web: ontology drive information  architectures enabled by liked data”, o arquiteto da informação utilizou  os exemplos da BBC para discutir ontologia e web semântica,  apresentando modelos e ferramentes utilizadas na produção dos sites em  que trabalhou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para  Oliver, o modo de organizar as informações em web-sites podem  reconfigurar a produção do jornalismo. “A automatização do processo [de  organização e apresentação das informações em sites] libera os  jornalistas para outras atividades como pesquisa, por exemplo, isso  naturalmente tira um poder da mão dos repórteres”, disse o arquiteto de  informação ao responder uma das perguntas da plateia.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5399916900</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5399916900</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 18:16:00 -0300</pubDate></item><item><title>Você já participou de um debate público pela internet?</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="western"&gt;Essa foi a primeira pergunta feita ao público do bate-papo sobre democracia na rede e legislação. Uma equipe de especialistas no tema mostraram  que é possível fazer da internet um local muito eficiente para a realização de debates sobre a redação de documentos importantes para a democracia brasileira, como o Marco Civil da Internet, a Lei de Direitos Autorais, a Classificação Indicativa, o Anteprojeto de Proteção de Dados Pessoais e o Código de Processo Civil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;!-- more --&gt;“O Estado está se mobilizando para entender a cultura digital e reconhecendo os internautas com interlocutores”, destacou Paulo Rená, que foi gestor do projeto de construção colaborativa do Marco Civil, experiência pioneira. “No caso do Marco, por exemplo, eles propuseram mudanças significativas”, acrescentou ele.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;A equipe destacou que o debate público é uma versão mais aberta e plural, em relação à chamada consulta pública. “É a ampliação da participação social como método de governo e não como caso isolado”, ressaltou Ricardo Poppi, técnico em telecomunicações e bacharel em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB).&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Ministério do Planejamento (MPOG), Guilherme Almeida, concorda. “É um resgate da participação direta do cidadão nas decisões políticas do país. Quando o debate está em curso, ele pode entrar, comentar artigo por artigo, inciso por inciso, ver as opiniões de outros usuários”, exemplifica Guilherme. “E, assim, essa informação é analisada, discutida e incorporada de forma efetiva ao documento”, acrescenta.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;E para que os resultados sejam eficientes, o governo tem investido em novas plataformas. “Para conseguirmos a participação da sociedade foi necessário criar interfaces atrativas e que quebrassem aquele paradigma antigo, no qual o gestor apenas consulta a população e decide por conta própria o que vai incluir ou não no texto da nova lei”, explica a professora de Desenho Industrial da UnB Yasodara Córdova, que atuou em projetos de elaboração de diferentes debates online.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;Para saber mais sobre debates públicos na web, tanto os já finalizados como os em andamentos, acesse os endereços: &lt;a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral"&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral" target="_blank"&gt;www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://participacao.mj.gov.br/cpc"&gt;&lt;a href="http://participacao.mj.gov.br/cpc" target="_blank"&gt;http://participacao.mj.gov.br/cpc&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://culturadigital.br/classind"&gt;&lt;a href="http://culturadigital.br/classind" target="_blank"&gt;http://culturadigital.br/classind&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://culturadigital.br/marcocivil"&gt;&lt;a href="http://culturadigital.br/marcocivil" target="_blank"&gt;http://culturadigital.br/marcocivil&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://culturadigital.br/dadospessoais"&gt;&lt;a href="http://culturadigital.br/dadospessoais" target="_blank"&gt;http://culturadigital.br/dadospessoais&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5399864845</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5399864845</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 18:14:17 -0300</pubDate></item><item><title>
Nicolas Caballero é Coordenador de Inovação Tecnológica do Gabinete Civil da Presidência da...</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://26.media.tumblr.com/tumblr_ll1sizporY1qcg261o1_500.jpg" height="309" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nicolas Caballero é &lt;span id="result_box" class="long_text"&gt;&lt;span title="Coordinador de Innovacion Tecnologica, Gabinete Civil, Presidencia de la Republica del Paraguay."&gt;Coordenador de Inovação Tecnológica do Gabinete Civil da Presidência da República do Paraguai.Ele veio ao Consegi apresentar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text"&gt;&lt;span title="Será presentada la situación actual de implementación de Software Libre en las dependencias del Poder Ejecutivo en Paraguay (ministerios, secretarías, entes autárquicos, etc.): - Ministerio de Salud Publica y Bienestar Social; - Credito Agricola de Habilitacion; - Comision Nacional de Telecomunicaciones"&gt; o estado atual de implementação do Software Livre nas  agências do poder executivo no Paraguai (ministérios, secretarias,  órgãos autônomos, etc).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5398971553</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5398971553</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 17:42:57 -0300</pubDate></item><item><title>Plano Nacional de Banda Larga no Consegi</title><description>&lt;p&gt;Rogério Santanna, presidente da Telebrás, esteve na abertura do Consegi, realizada na manhã de hoje na ESAF, em Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste &lt;em&gt;&amp;#8220;Minuto Consegi&amp;#8221;&lt;/em&gt;, ele falou da importância do &lt;em&gt;Plano Nacional de Banda Larga&lt;/em&gt;, no processo de democratização do acesso à internet no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/_svr-9PUM-w" frameborder="0" height="349" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique &lt;a href="http://www.tv.serpro.gov.br/Minuto_Consegi_Rogerio_Santanna.ogv/view" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver este vídeo na Tv Serpro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo mais, às 14h, ele participará de um &lt;a href="http://papers.consegi.gov.br/pub/programacao/465" target="_blank"&gt;debate&lt;/a&gt; sobre o &amp;#8220;Plano Nacional de Banda Larga&amp;#8221;, com transmissão &lt;a href="http://assiste.serpro.gov.br/consegi2011/auditorio.html" target="_blank"&gt;ao vivo&lt;/a&gt; na internet.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5392253632</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5392253632</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 12:38:00 -0300</pubDate></item><item><title>Transparência é a palavra do dia</title><description>&lt;p&gt;Uma das  palavras mais repetidas durante a cerimônia de abertura do IV Consegi foi &lt;strong&gt;transparência&lt;/strong&gt;. As autoridades integrantes da mesa ressaltaram a importância da divulgação e da disseminação de dados de governo para que a democracia avance no mundo. “Quanto mais transparência alcançarmos, menos ineficiência, desperdícios e corrupção teremos. E os governos têm essa responsabilidade de divulgar  as informações aos cidadãos, que cada vez mais querem participar das  decisões  que afetam suas vidas”, destacou o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage.  &amp;#8220;E não há governo democrático se não tivermos dados abertos e a  possibilidade de fiscalização pelo cidadão&amp;#8221;, acrescentou o presidente da  Telebrás, Rogério Santanna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;“Desde o  primeiro Consegi, procuramos aprofundar as discussões sobre os assuntos  relacionados a governo eletrônico e software livre. O tema deste ano, dados abertos para a democracia digital, é mais um que vamos  levar para nossa dia-a-dia e que vai gerar novas práticas e ações”, destacou o presidente do Serpro, Marcos Mazoni. &amp;#8220;Vamos sair  daqui fortalecidos&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;O embaixador da Espanha Carlos Alonso Zaldívar também mostrou otimismo com o evento. “Temos diversos palestrantes espanhóis na programação e esperamos que as experiências bem sucedidas de nosso país possam ser úteis ao Brasil e demais países participantes”, ressaltou Zaldívar. Ele foi bastante aplaudido ao citar Ala Turing, matemático e cientista da computação britânico perseguido  pelas forças policiais inglesas no século XX. “O nome deste auditório é Alan Tuiring e acho que realizar um excelente evento é a maior homenagem que podemos fazer a esse mestre da computação”, acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;E no que depender do público, o Consegi 2011 será um sucesso. “Estou curioso para saber o que o país desenvolve de tecnologias de dados abertos. È um novo campo de atuação e de emprego que interessa a nós estudantes de Sistemas de Informação”, conta o universitário de Brasília Hélio Oliveira.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5391694062</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5391694062</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 12:04:00 -0300</pubDate></item><item><title>Ministro Jorge Hage fala ao "Minuto Consegi"</title><description>&lt;p&gt;O Ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, foi ao Consegi participar da abertura do evento. Logo após sua apresentação, nós gravamos esse &amp;#8220;Minuto Consegi&amp;#8221; com ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/dQXbNjhHMVE" frameborder="0" height="349" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique &lt;a href="http://www.tv.serpro.gov.br/Minuto_Consegi_Jorge_Hage.ogv/view" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver este vídeo na Tv Serpro.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.consegi.gov.br/post/5391423220</link><guid>http://blog.consegi.gov.br/post/5391423220</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 11:48:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>

